Dr. Derival Santos
Coloproctologia
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Título de Especialista em Coloproctologia - Sociedade Brasileira de Coloproctologia.

 
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Novo tratamento cirúrgico no CISTO PILONIDAL

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ALERTA!!!!!!! O câncer colorretal pode matar!!!!!!!!! Veja como se prevenir!!!!!!!!

COLONOSCOPIA     Preparo Intestinal

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DOENÇAS DO ÂNUS Hemorróidas Abscesso Anorretal
Fissura Anal Papilite / Criptite
Fístula Anal Plicoma Anal
Cisto Pilonidal Prurido Anal
Verruga Genital / Condiloma Tumores do Canal Anal
DST - Doença Sexualmente Transmitida
DOENÇAS DO COLÓN Câncer colorretal
Pólipo colorretal
Constipação - "Intestino preso"
Doença Diverticular do Cólon
Doença Intestinal Inflamatória
Retite Actínica / Radiação
 
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Hemorróidas na Gravidez

NOVO TRATAMENTO ENDOSCÓPICO DAS HEMORRÓIDAS

Ligadura elástica convencional das hemorróidas - VEJA O FILME
Esta página foi criada pelo Dr. Derival N. A. Santos - coordenador da COLOPROCTOLOGIA DO HOSPITAL ARAPIARA  - e nele, você navegador, encontrará um breve relato das principais doenças que cabe a esta área diagnosticar e tratar, ou seja as diversas patologias que acometem o cólon, o reto e o ânus, muitas das quais representam causas importantes de incapacidade funcional, retirando os indivíduos, por elas acometidos, de seu convívio social e profissional.
Poderá também fazer perguntas sobre os seus sintomas e tirar outras dúvidas antes de procurar o especialista. A COLOPROCTOLOGIA enfrenta resistência por parte dos doentes em relação à sua procura. Antes de procurar o médico, a maioria já "consultou" um balconista de farmácia, um vizinho, parentes, amigos ou mesmo, já praticou a auto-medicação protelando o início de um tratamento apropriado para sua doença.
O pudor é o grande vilão, portanto A VIDA ACIMA DO PUDOR.
A diferenciação das diversas patologias só pode ser feito por um profissional devidamente qualificado. Logicamente, esta página não visa substituir a consulta médica mas oferecer informações profissionais que façam ver àqueles que tenham sintomas, da importância de procurar orientação especializada.Deve-se levar em conta que o fato de a doença hemorroidária ser uma doença benigna e a causa mais comum do sangramento anal - atinge cerca de 10% da população brasileira - não exclui a necessidade de ser devidamente tratada, evitando-se, quando ainda no início, até mesmo uma solução cirúrgica.
Como saber que risco se tem para o desenvolvimento do câncer do intestino grosso?
BAIXO RISCO
1. Idade igual ou maior a 50 anos.
Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos.
MÉDIO RISCO
1. Mulheres com história de câncer de mama, de ovário ou de endométrio.
Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos.
2. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com mais de 60 anos.
Se a colonoscopia aos 40 anos, repetir a cada 5 anos.
ALTO RISCO
1. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com menos de 60 anos.
Se a colonoscopia aos 40 anos ou 5 anos antes for normal, repetir a cada 3 anos.
2. Pessoa com história de pólipo no intestino.
Colonoscopia a cada 1 ou 3 anos. Após dois exames consecutivos normais, o intervalo aumenta para 3 anos.
3. Pessoa com história de câncer no intestino.
Colonoscopia a cada 1 ou 2 anos independente do encontro ou não de pólipos.
4. Pessoa com história de Doença de Crohn ou de Retocolite ulcerativa.
Colonoscopia anual após 7 ou 10 anos de diagnóstico da doença.
Veja mais sobre o Câncer Colorretal
 
DOENÇAS DO ÂNUS
Abscesso anorretal - veja mais

É uma coleção purulenta localizada em torno do reto e do canal anal. Cerca de 90% ocorre pela infecção nas glândulas do canal anal e o restante se deve a traumatismos. Apresentam uma dor importante que piora ao evacuar e é quase sempre acompanhado de febre e comprometimento do estado geral.  Devem ser drenados cirurgicamente e prescrito antibióticos.

Fístula anorretal - veja mais

São trajetos anômalos ligando o reto e o canal anal com a região perianal. A maioria origina-se de abscessos anorretais drenados cirúrgica ou espontaneamente. Eliminam um material fecal ou purulento em torno do ânus  por um pequeno orifício e queixam-se de prurido. Tratamento cirúrgico.

Fissura anal - veja mais

É uma úlcera dolorosa e pequena que atinge o ânus e  o anal anal. A principal causa é a hipertonia do esfíncter interno junto com a eliminação de fezes endurecidas. Há relato de dor intensa, tipo rasgando, ao evacuar seguido de sangramento. Tratamento clínico para as agudas e cirúrgico para as crônicas.

Hemorróidas - veja mais
São dilatações das veias do canal anal. Pode ser interna cujo sintoma é o sangramento ao evacuar ou externa que se manifesta pela dor e ainda a mista com os dois sintomas. Quando sintomáticas indica-se algum tratamento além do clínico, pela tendência à piora progressiva, seja a ligadura elástica dos mamilos internos ou a cirurgia completa quando mista.
Cisto pilonidal - veja mais

É uma lesão localizada entre as nádegas. Quando não infectado observa-se um orifício com ou sem uma tumoração por onde pode sair um líquido, e quando infectado manifesta-se como um abscesso. Sempre de tratamento cirúrgico, pode ser o aberto ou o fechado,  se infectado ou não.

Verruga genital/Condiloma - veja mais

É uma verruga de causa virótica que pode ter uma transmissão sexual. É necessário afastar o acometimento do canal anal e reto. O melhor tratamento consiste na eletrocauterização combinado com o uso de cremes antiviróticos e o uso de um estimulador do sistema imunitário via oral.

Plicoma perianal - veja mais

É uma protuberância da pele em torno do ânus, normalmente ocorre após uma trombose hemorroidária externa. Quando sintomáticos devem ser retirados cirurgicamente.

Papilite Criptite - veja mais
Processo inflamatório que acomete as papilas ou as criptas anais, normalmente secundário aos traumatismos no canal anal. Manifestam-se por discreta dor ou ardor anal, que piora ao evacuar e ao andar e é, às vezes, acompanhada da saída de muco (catarro) e quando grave, pus. Pode ainda dificultar a evacuação. O tratamento é inicialmente  clínico com o uso de uma dieta rica em fibras e de um laxante emoliente, analgésicos, antibióticos, banhos de assento em água morna (é proibido o uso do papel higiênico) e cremes. A cirurgia é reservada para os casos agudos que não melhoram clinicamente e para os crônicos.
Prurido / coceira anal - veja mais
O prurido (coceira) anal consiste em uma patologia bem definida e na maioria das vezes de difícil tratamento. Acomete mais os homens que as mulheres, de preferência os adultos jovens (20 aos 40 anos). Pode ser primário ou idiopático ( sem uma causa identificável ), mas provocada por higiene precária, calor e umidade excessivos, dieta inadequada e psicológica ou secundário a uma causa identificável: vazamento fecal oculto, doenças anorretais, dermatites, parasitoses, doenças sistêmicas, sexo anal, etc.
Tumores do canal anal - veja mais
Embora sejam bem menos freqüente que os tumores do cólon e do reto, o câncer do canal anal tem grande importância devido a sua grande morbimortalidade. Correspondem de 1 a 2 % dos tumores do aparelho digestivo. Apresentam, na maioria, bom prognóstico. Os mais freqüentes são os espinocelulares e os adenocarcinomas.
Doença Sexualmente Transmitida - veja mais
 O anorreto vem sendo utilizado com uma freqüência cada vez maior nas relações sexuais, com um subseqüente crescimento na incidência e na variedade de doenças sexualmente transmitidas ( DST ). Condiloma acuminado; Linfogranuloma venéreo; Herpes simples genital; Molusco contagioso; Gonorréia;   Cancro mole; Sífilis; Donovanose
DOENÇAS DO CÓLON
Constipação - veja muito mais
Consiste na eliminação infrequente de fezes endurecidas, de pequeno volume, com esforço leve a intenso e associado a uma sensação de esvaziamento incompleto. Pode ser orgânica ou funcional, aguda ou crônica. Pode levar a várias complicações ou agravar doenças já existentes. O tratamento é baseado na história clínica e exames complementas e pode ser clínico, realizado na maioria (quase sempre com o acréscimo de fibras) ou cirúrgico. A necessidade diária de fibras é de cerca de 25 g. Deve-se evitar o uso de laxantes sem a orientação médica pelo risco do abuso e complicações.
Doença Diverticular - veja mais
São  pequenas bolsas formadas pela protrusão da mucosa do intestino grosso através da parede do cólon. Podem sangrar maciçamente, principalmente quando difusos e/ou manifestar-se pela dor na região inferior esquerda do abdome  com alteração do hábito intestinal (mais comum). Acomete cerca de 50% dos pacientes entre os 60 e 80 anos e tende a ser mais grave no adulto jovem. O tratamento depende da forma clínica, variando do tratamento da constipação (fibras) até a cirurgia com a retirada do seguimento acometido, algumas vezes na urgência (inflamação aguda).
Doença Intestinal Inflamatória - veja mais
Compreende a retocolite ulcerativa  e a doença de Crohn. O quadro clínico é quase sempre de diarréia crônica com muco, pus e sangue, em episódios esparsos a contínua. A colonoscopia tem possibilitado o diagnóstico de certeza em mais de  90% dos casos, uma vez que o tratamento clínico é específico e depende da gravidade. São crônicas, mas a maioria é controlável com a medicação. Há um aumento importante da incidência de cancer, sendo maior na retocolite após os 15 anos de evolução.
Pólipos - veja mais
 É qualquer lesão que se projeta na mucosa, de forma regular e circunscrita. Pode ser benigno, pré-malígno ou malígno. A maioria não causa sintomas, mas podem  provocar   sangramento pelo ânus, perda de muco, diarréia/constipação e dor abdominal. A colonoscopia diagnostica cerca de 90% das lesões. O tratamento consiste na exérese de todos, endoscópica ou cirurgicamente, uma vez que a conduta e controle depende da classificação.
 
Câncer Colorretal - veja mais
No ocidente, de cada 20 pessoas, uma o desenvolverá.  Reto-48%, sigmoide-28%, restante-24%.Ocorre uma interação dos fatores ambientais e genéticos no seu desenvolvimento.  Principais sinais e sintomas: sangramento pelo ânus, anemia, diarréia/constipação, dor abdominal e emagrecimento. O exame proctológico diagnostica cerca de 50% dos tumores e colonoscopia praticamente o restante. O tratamento, em sua grande maioria, ainda é cirúrgico, por meio da ressecção da lesão.
 
Retite Actínica / Radiação - veja mais
Lesões no reto provocadas pela radiação (irradiação) da radioterapia para tratamento de cânceres da bexiga, do reto, da próstata, dos testículos e ginecológicos.
Retite Aguda: quase 50% dos pacientes apresentaram sintomas durante o tratamento radioterápico.
Retite crônica: em até 20% dos pacientes submetidos a essa modalidade terapêutica observa-se complicações em longo prazo.
A eletrocoagulação bipolar, disponível no serviço, apresenta resultados semelhantes a eletrocoagulação com gás de argônio, mas com menor custo.