Título de Especialista em Coloproctologia - Sociedade Brasileira de Coloproctologia.
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| Como saber que risco se tem para o desenvolvimento do câncer do intestino grosso? | |||||
| BAIXO RISCO 1. Idade igual ou maior a 50 anos. Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos. | |||||
| MÉDIO RISCO 1. Mulheres com história de câncer de mama, de ovário ou de endométrio. Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos. 2. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com mais de 60 anos. Se a colonoscopia aos 40 anos, repetir a cada 5 anos. | |||||
| ALTO RISCO 1. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com menos de 60 anos. Se a colonoscopia aos 40 anos ou 5 anos antes for normal, repetir a cada 3 anos. 2. Pessoa com história de pólipo no intestino. Colonoscopia a cada 1 ou 3 anos. Após dois exames consecutivos normais, o intervalo aumenta para 3 anos. 3. Pessoa com história de câncer no intestino. Colonoscopia a cada 1 ou 2 anos independente do encontro ou não de pólipos. 4. Pessoa com história de Doença de Crohn ou de Retocolite ulcerativa. Colonoscopia anual após 7 ou 10 anos de diagnóstico da doença. | |||||
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Veja mais
sobre o Câncer Colorretal |
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| DOENÇAS DO ÂNUS | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Abscesso anorretal - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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É uma coleção purulenta localizada em torno do reto e do canal anal. Cerca de 90% ocorre pela infecção nas glândulas do canal anal e o restante se deve a traumatismos. Apresentam uma dor importante que piora ao evacuar e é quase sempre acompanhado de febre e comprometimento do estado geral. Devem ser drenados cirurgicamente e prescrito antibióticos. |
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| Fístula anorretal - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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São trajetos anômalos ligando o reto e o canal anal com a região perianal. A maioria origina-se de abscessos anorretais drenados cirúrgica ou espontaneamente. Eliminam um material fecal ou purulento em torno do ânus por um pequeno orifício e queixam-se de prurido. Tratamento cirúrgico. |
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| Fissura anal - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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É uma úlcera dolorosa e pequena que atinge o ânus e o anal anal. A principal causa é a hipertonia do esfíncter interno junto com a eliminação de fezes endurecidas. Há relato de dor intensa, tipo rasgando, ao evacuar seguido de sangramento. Tratamento clínico para as agudas e cirúrgico para as crônicas. |
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| Hemorróidas - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| São dilatações das veias do canal anal. Pode ser interna cujo sintoma é o sangramento ao evacuar ou externa que se manifesta pela dor e ainda a mista com os dois sintomas. Quando sintomáticas indica-se algum tratamento além do clínico, pela tendência à piora progressiva, seja a ligadura elástica dos mamilos internos ou a cirurgia completa quando mista. | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Cisto pilonidal - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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É uma lesão localizada entre as nádegas. Quando não infectado observa-se um orifício com ou sem uma tumoração por onde pode sair um líquido, e quando infectado manifesta-se como um abscesso. Sempre de tratamento cirúrgico, pode ser o aberto ou o fechado, se infectado ou não. |
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| Verruga genital/Condiloma - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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É uma verruga de causa virótica que pode ter uma transmissão sexual. É necessário afastar o acometimento do canal anal e reto. O melhor tratamento consiste na eletrocauterização combinado com o uso de cremes antiviróticos e o uso de um estimulador do sistema imunitário via oral. |
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| Plicoma perianal - veja mais | |||||||||||||||||||||||||||||||||
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É uma protuberância da pele em torno do ânus, normalmente ocorre após uma trombose hemorroidária externa. Quando sintomáticos devem ser retirados cirurgicamente. |
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